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sábado, 29 de julho de 2017

AS 7 ATITUDES DOS EMPREENDEDORES!

“Muitas coisas não ousamos empreender por parecerem difíceis. Entretanto, são difíceis porque não ousamos empreende-las”. (Sêneca).

              Tem-se como empreendedor aquele que sabe identificar oportunidades e transformá-las em realidade. Em suma, é aquele que realiza, utilizando sua habilidade para a criação. O sábio Salomão, no livro bíblico de Provérbios, ofereceu grandes lições sobre os mais variados aspectos da vida. Evidentemente, no lastro de trinta e um capítulos de um livro profundo e magistral, o tema empreendedorismo não poderia ficar de fora. E devidamente enraizado neste compêndio espiritual, traremos “7 Atitudes” que levam um indivíduo a se tornar um empreendedor vitorioso, as quais são:

1. INCLINAR-SE PARA O CERTO:

"O que trabalha com mão displicente empobrece, mas a mão dos diligentes enriquece" (Provérbios 10.4).
É delineado no presente versículo o pleno incentivo ao trabalho correto. Ao utilizarmos o zelo, bem como a rapidez na consecução do objetivo, empreenderemos acertadamente. Mostra também que devemos procurar o melhor, não agindo de forma errada ou desatenta.

2. APROVEITAR AS MELHORES OPORTUNIDADES:

"O que ajunta no verão é filho ajuizado, mas o que dorme na sega é filho que envergonha" (Provérbios 10.5).
Aqui, é enfatizado que devemos aproveitar as oportunidades surgidas, já que nem sempre elas se repetirão. Devemos observar que os dias não são iguais, com as mesmas ocasiões favoráveis. A sentença bíblica nos incentiva a prevalecer no momento propício, sendo necessário não vacilar ante uma circunstância conveniente.

3. APLICAR OS BONS CONSELHOS:

"A boca do justo é fonte de vida" (Provérbios 10.11a).
É demonstrado neste versículo quão importante é o pronunciamento de um justo, pois desta boca advirão conselhos excelentes. Não alcançaremos nossos objetivos se estivermos escutando pessoas dissociadas da razão. Importa ouvir pessoas sábias que possuam uma boa visão existencial. Teremos muito a ganhar quando aproveitarmos uma sugestão inteligente e criteriosa.

4. SER DILIGENTE:

"A mão dos diligentes dominará" (Provérbios 12.24a).
O cuidado nos negócios é plenamente requerido para aquele que anseia crescer profissionalmente. Ser diligente denota cuidado com a sua atividade, demonstrando toda uma aplicação pertinente na realização de suas ocupações habituais. Certamente, quando somos diligentes na área profissional, sem sombras de dúvidas, cresceremos. 

5. TIRAR O MELHOR PROVEITO DO POTENCIAL:

"Em todo trabalho há proveito" (Provérbios 14.23a).
Não se chegará ao ápice da carreira profissional por quem for regular, e sim por aquele que tiver excelência no seu proceder. Neste mundo, será requerido o aproveitamento total da potencialidade humana. Ou seja, esforce-se no trabalho, pois, desta forma, terás a devida recompensa.

6. ELABORAR PLANOS E REALIZÁ-LOS:

"Os pensamentos do diligente tendem à abundância" (Provérbios 21.5a).
Nada sem planejamento prosperará. O empreendedor nato elaborará planos e fará tudo para executá-los. A pressa é inimiga da perfeição, principalmente na execução de um empreendimento. Planeje e, no momento apropriado, realize. 

7. TRABALHAR COM AFINCO:

"O preguiçoso não assará a sua caça, mas o bem precioso do homem é ser diligente" (Provérbios 12.27).
Para vencer profissionalmente, o trabalho deve ser contínuo e realizado da forma correta e com esforço. O empreendimento incompleto não prosperará, pois faltará a excelência na sua produção. Trabalhar até o fim da obra é necessário para que ela se torne completa.

                 É evidente que não possuímos a arrogância de pensar que, apenas na observância dessas simples resoluções, qualquer um terá êxito em seus negócios. Entretanto, aqui delineamos alguns conselhos práticos e bíblicos que, se bem observados, poderão trazer consequências profissionais favoráveis. Também devemos ter o entendimento de que podemos até trabalhar corretamente; porém, só Deus será o artífice de nossa vitória.*

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* Provérbios 21.31: “Os homens podem preparar seus cavalos para o dia da batalha, mas somente Yahwer, o SENHOR é quem dá a vitória!”

sexta-feira, 21 de julho de 2017

NÃO SEJA PRISIONEIRO DE SÍ MESMO

Muitos estão numa prisão emocional, sem necessariamente estarem em cárcere privado.

Como ocorre isso?
Simplesmente por continuarem atados a pensamentos psicológicos, eivados de negativismo e amarras malignas.
Devemos ser totalmente livres para pensarmos positivamente e olharmos a vida com uma perspectiva correta e sadia. Pessoas desistem dos sonhos existenciais antes de tentarem a concretização, por acharem que nada dará certo, tornando-se prisioneiros de ideias negativistas, que já estão tão enraizadas em suas mentes que nem se dão conta.
Nunca deixe nada te aprisionar! Fuja desta situação, pois isso provém do maligno. O que vem do Senhor não prende ninguém. Você ficará preso pela culpa, se quiser. ENTENDA que o amor compassivo de Deus, manifestado na morte de Cristo na cruz, já te libertou de todo o pecado e de toda culpa recorrente. Não é a nossa fraqueza que nos impede de usufruir das bênçãos divinas ou de adorá-lo de todo o coração, mas a falta de fé em seu poder extraordinário e misericordioso.
Você só será prisioneiro dos sentimentos e das circunstâncias se não acreditar que pode ser livre.
É evidente que a vida não é um mar de rosas e que não estaremos livres de contratempos; contudo, não devemos nos aprisionar a uma cadeia "psicológica", contaminada por sentimentos maléficos. Devemos sempre contra-atacar esse mal, tendo plena consciência de que há um "SER" mais forte do que qualquer corrente carcerária da alma, pois Ele é o Deus da liberdade para quem busca realmente seguir os preceitos divinos (Salmos 119.45).
Então, se estiver passando por uma dificuldade psicológica ou espiritual, clame ao Senhor nesta angústia, e Ele te livrará, tirando das trevas e da sombra da morte, quebrando toda e qualquer cadeia (Salmos 107.13-14).
Não seja prisioneiro de si próprio, mas, antes de tudo, cerque-se do amor divino, confiando que Deus te livrará das amarras existenciais.

sábado, 15 de julho de 2017

O PERIGO DE CERTAS MISTURAS

"Convém tratar a amizade como os vinhos, desconfiando das misturas" (Sidonie Colette).

               

Tenho por costume não misturar vários tipos de alimentos em uma refeição. Tento, na maioria das vezes, não colocar mais do que três acompanhamentos, excetuando-se, logicamente, a escolha da carne, do peixe ou das aves. Agimos, habitualmente, dessa forma porque achamos que, na mistura de várias porções, a refeição perde seu sabor, bem como seu valor nutritivo. Razão pela qual preferimos comida "À LA CARTE".* Nada contra os demais tipos de serviços praticados por grandes restaurantes; porém, trata-se de uma preferência pessoal.

Assim, é a nosso ver, a existência humana, quando pode ocorrer uma desorganização, desde que ocorram fusões com determinados agentes prejudiciais. É evidente que uma mistura inconsequente atrairá circunstâncias bem nefastas.
Entre vários exemplos sobre misturas perigosas, mostraremos alguns que devemos evitar: 

1. NO TRABALHO:

Não podemos misturar trabalho com o pessoal e vice-versa. O próprio nome "trabalho" já identifica o profissionalismo que o acompanha.
De maneira nenhuma devemos trazer os problemas pessoais para o âmbito profissional, tampouco transportar o trabalho para o contexto do lar.

2. COLEGA ou AMIGO:

Também deve ser totalmente apagada do nosso viver a mistura entre coleguismo e amizade verdadeira. Devemos ter em mente que "há amigos mais chegados do que irmãos" (Provérbios 18:24), e isso não se encontra numa simples convivência. A amizade verdadeira advém da confiança, do entrosamento de ideias e de uma longa intimidade.

3. DESABAFO:

A mistura será igualmente prejudicial quando desabafamos nossos problemas pessoais para qualquer um. É imperativo decifrar quem pode fazer parte de nossa história como confidente íntimo. Essa convicção virá de uma amizade duradoura e destituída de desconfianças. 

4. COMPANHEIRISMO:

Não devemos nos misturar com qualquer um. Explicando melhor: a educação deve ser pertinente a todos que nos cercam. Evidentemente, isso não pode nem deve ser esquecido, já que devemos tratar o semelhante de igual para igual. Entretanto, a aproximação mais próxima é outra situação. Não podemos privar-nos da amizade de certas pessoas, porquanto tal comportamento pode nos levar a um precipício. Os meios de comunicação apontam várias situações em que alguns perderam a vida simplesmente por estarem em um local errado com uma pessoa também inadequada. Talvez nem fizessem as mesmas coisas erradas, mas compactuaram com uma relação doentia. Escolha um companheiro de caminhada decente e não se misture com os inconsequentes.

É necessário mencionar que tratamos aqui sobre a mistura prejudicial, enfatizando que existem combinações interessantes, principalmente quando dizem respeito à miscigenação de raças e cores, bem como à união benéfica de classes sociais,** e tudo aquilo que produz uma mescla positiva. Todavia, no que tange à mistura negativa, vamos nos precaver contra esse tipo de atitude.

A caminhada existencial deve ser efetuada ao lado de Deus e de pessoas que tenham posturas corretas e centradas na vontade divina. Com esses pensamentos impregnados no coração, seremos devidamente protegidos de envolvimentos desnecessários e comportamentos desconexos com o equilíbrio e o caminho que nossa vivência deve tomar. Você é o autor da sua biografia! Sua vida é como um livro que está sendo escrito dia após dia, e você escolhe quem e o que poderá fazer parte desta obra. 
 

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* À La carte é uma expressão típica do francês que significa "como estar no cardápio" ou "como listado no cardápio", bastante utilizada no âmbito da gastronomia, principalmente entre os restaurantes.

** Atos 10.34: Agora sei que, de fato, Deus trata a todos de modo igual.

segunda-feira, 10 de julho de 2017

QUANDO A PARADA É OBRIGATÓRIA?

Observamos costumeiramente sinais de paradas obrigatórias sempre que estamos em determinadas confluências* ou esquinas de ruas, os quais é imperativo obedecermos, sob pena de cometermos infrações de trânsito ou nos envolvermos em algo ainda mais sério.

Em certos momentos de nossa vida, devemos também proceder a uma parada obrigatória para evitar que algo nocivo que fazemos regularmente possa nos prejudicar seriamente. E isso pode ocorrer na forma de alterar o ritmo ou mudar completamente o caminho que estamos percorrendo.
Parar é a ordem correta para aquilo que não está funcionando bem. Passar à frente, sem termos o cuidado de alterar os propósitos, pode afundar o mais seguro dos barcos existenciais.
São aqueles erros básicos praticados e até considerados normais por alguns, que podem nos afastar de Deus, bem como de seus insofismáveis** intentos. É aquela bebida alcoólica social que muitos consideram inofensiva e que nunca prejudicará. É aquela breve paquera que muitos homens ou mulheres comprometidos praticam frequentemente. É aquele vício inofensivo, o qual achamos que não levará a um grande problema no futuro. É aquela falha comportamental que até já virou costume, sendo tratada até mesmo como um pequeno defeito de estimação. Enfim, os mais variados tipos de erros que nunca nos destruirão, segundo as nossas próprias convicções. Enorme engano, pois, traçando um paralelo ao assunto, observamos que a maioria dos conflitos mundiais se tornaram grandes quando não foi dada a devida importância no seu início. Os quais não foram resolvidos prontamente, complicando em muito a situação.
Devemos entender que um pequeno problema pode ser eliminado, ao passo que o de maior tamanho poderá até se resolver; contudo, marcas permanentes serão deixadas. Desta forma, cortar o mal pela raiz é imperioso. Parar e mudar o itinerário fará com que a rota seja melhor avaliada e o caminho torne-se mais apropriado.
Aqui não se trata de criar um medo desnecessário; contudo, é preciso simplesmente aceitar e colocar no coração que a parada é obrigatória em alguns casos. Qual a atitude que devemos tomar para vencer algo prejudicial que já está enraizado em nossa alma? Simplesmente conversar com Deus, que escuta todos os anseios pessoais. Se formos devidamente diligentes às suas ordens, Ele estará pronto para colocar em nossos corações o melhor a ser feito. A parada será útil e a mudança, extraordinária. Assim, tudo se fará novo e teremos uma expectativa renovada no viver, com condições de alcançarmos a plena satisfação de nossas maiores aspirações, pois o que podia nos prejudicar foi retirado de nossa caminhada. Nos tornaremos livres daquilo que poderia nos levar até mesmo a um precipício existencial.
Veja o que te prejudica e retire isso do teu caminho, já que o homem é escravo daquilo que o domina (2 Pedro 2.19b). Não deixe nada te dominar. Quando sentir isso reinando sobre você, pare e ore ao SENHOR, pedindo forças, e a mudança será inevitável, com um novo percurso que se tornará sublime e destituído de erros evitáveis. 
 
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*Qualidade do que se dirige para o mesmo ponto; convergência.
** Verdadeiros, incontestáveis, seguros, irreplicáveis.

quinta-feira, 6 de julho de 2017

UM DEVER DA IGREJA: CUIDAR DO POBRE!

“O rico e o pobre se encontram; a todos o SENHOR os fez”. (Provérbios 22.2).


No contexto secular da humanidade, sempre existirão pobres no planeta Terra. Desta forma, a verdadeira Igreja de Deus, inquestionavelmente, terá uma função importante, no intuito de cuidar dos mais pobres.
A igreja tem várias funções na sua estrutura eclesiástica, entretanto, visualizamos como uma das primordiais, a preocupação com o setor social. É bem verdadeiro que a espiritualidade terá a preponderância no âmago1 de uma igreja sadia, todavia, não devemos esquecer que ajudar os necessitados, também merecerá uma devida preocupação.
A Bíblia enfatiza em vários versículos o cuidado que Deus tinha em relação aos pobres. Qualquer pessoa que já leu o livro de Atos e as cartas de Paulo entende claramente que os cristãos do Novo Testamento praticavam com grande regularidade a beneficência. Eles demonstraram seu amor cristão, cuidando enfaticamente dos mais necessitados.
A benevolência (ou complacência), como qualquer outro serviço a Deus, deve ser praticada em nome do Senhor e de acordo com as instruções dele.
Na compilação bíblica de Tiago 1.27, divinamente inspirado pelo Espírito Santo, o autor deste livro denota o zelo que Deus tinha com o mais necessitados, quando explanou que: “A religião pura e imaculada é esta: cuidar os órfãos e das viúvas em suas dificuldades e não se corromper pelo mundo”.
Quem é a representação de Deus na terra hoje?
É a verdadeira igreja de Cristo, através das denominações sérias e comprometidas com a Bíblia. E com esta responsabilidade, caberá a Igreja fiel, mais do que nunca, cuidar dos menos favorecidos.
Como se coloca a questão da ação social na atualidade?
De algumas maneiras, pois não há uma só forma de agir. A Igreja pode fazer tal movimento para dentro ou para fora. Isto ocorre priorizando o atendimento aos membros necessitados desta Igreja e os demais pobres da comunidade.
A Igreja não é uma mera determinação clerical. A Igreja somos nós! E no arrimo desta instrução, não nos isentará da responsabilidade de fazer a nossa parte nessa questão.
Portanto, é dever da igreja equilibrada ministrar àqueles que estão com necessidades. Isto incluirá não somente compartilhar do evangelho de Cristo, mas também providenciar as principais carências humanas (comida, roupas, abrigo, etc.,), quando comprovadamente necessário e apropriado.
Assim, ajudar os mais pobres é vontade de Cristo. Quando cumprimos isto em nossa vida, atendemos a Bíblia, e de forma indireta, estaremos fazendo o bem para o Senhor de nossas vidas.2

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1 Essência, natureza, núcleo.
2 Mateus 25.31-40: Pois eu tive fome, e vocês me deram de comer; tive sede, e vocês me deram de beber; fui estrangeiro, e vocês me acolheram; Necessitei de roupas, e vocês me vestiram; estive enfermo, e vocês cuidaram de mim; estive preso, e vocês me visitaram. Então os justos lhe responderão: Senhor, quando te vimos com fome e te demos de comer, ou com sede e te demos de beber? Quando te vimos como estrangeiro e te acolhemos, ou necessitado de roupas e te vestimos? Quando te vimos enfermo ou preso e fomos te visitar? O Rei responderá: Digo a verdade: O que vocês fizeram a algum dos meus menores irmãos, a mim o fizeram.

domingo, 2 de julho de 2017

BOM SENSO

"Não consigo acreditar que o mesmo Deus que nos deu inteligência, razão e bom senso, e nos proíba de usá-los" (Galileu Galilei).
 
 
Muitos problemas poderiam ser evitados apenas utilizando o bom senso. Literalmente, "bom senso" significa possuir a capacidade de agir prudentemente diante das questões rotineiras diárias. Bom senso é pensar e refletir, equilibradamente, sobre tudo que possa ocorrer nas mais variadas situações.
É necessário incutir esta qualidade em nosso coração, como uma real e usual necessidade. Isso deve acontecer costumeiramente em todas as questões atinentes à vida. Com o uso simples deste raciocínio, teremos muito a ganhar.
Existem problemas que não serão resolvidos apenas com a intelectualidade ou um maior conhecimento técnico. Aliado a esses aspectos do saber, devemos ter o bom senso como grande orientador para uma solução mais apropriada. Exemplificando para um melhor entendimento, poderíamos indicar a circunstância de uma colisão entre automóveis, onde, com um maior controle de uma das partes envolvidas, a situação será resolvida amigavelmente, apenas com o uso do bom senso. Ter a percepção adequada da situação em questão, atrelada ao controle do temperamento, certamente evitará muitos dissabores.
Reconhecemos que vigiar a nossa maneira de agir nem sempre será fácil; todavia, é essencial que tenhamos esse cuidado. A Bíblia, inteligentemente, indica em Provérbios 8:12 que "a sabedoria mora com a prudência, e que ela tem o conhecimento que vem do bom senso". Desta forma, a sabedoria, a prudência, o conhecimento e o bom senso estão interligados, como se um fosse dependente do outro. Quem possui sabedoria é prudente, tem conhecimento e age com um senso equilibrado. Uma conclusão simples e lógica! Entretanto, muitos não se deixam levar por essa corrente maravilhosa e podem prejudicar um futuro promissor por não terem agido com maior comedimento em determinados momentos da vida.
Assim, torna-se imperioso colocarmos o bom senso atrelado às situações do nosso viver e, com essa vontade interior, teremos sucesso e evitaremos maiores desgostos.