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quinta-feira, 14 de março de 2024

CONFIANÇA EM SI, MAS...

Observei uma matéria sobre um "jogador de futebol" que foi contratado por um grande time do Nordeste brasileiro. Na sua apresentação perante a torcida, notei algo que me chamou a atenção: o seu comportamento confiante. Era visível que ele não se incomodava com o grande público que encheu aquele estádio. Sentiu-se bem à vontade, demonstrando que acreditava plenamente em sua capacidade futebolística. Ocorre que, na sua estreia, poucos dias depois, ele fez um gol e deu um passe para outro tento do companheiro. Ele jogou muito bem e transformou-se rapidamente no titular da equipe. 

Confiança significa o sentimento de segurança, crédito ou convicção em relação a uma pessoa, coisa ou a si mesmo. Ocorre quando alguém é convicto da capacidade de realizar algo concreto e positivo. Possuir um nível saudável de confiança pode ajudar alguém a obter sucesso social e profissional. Como é salutar observar uma pessoa confiante.
O sujeito confiante e equilibrado rejeita a arrogância, pois normalmente a soberba ESCONDE alguém INSEGURO, que tenta disfarçar a sua incompetência pelo orgulho. O indivíduo SEGURO tem consciência de suas virtudes, mas também de suas imperfeições. Ele acredita em si mesmo, pois reconhece o que aprendeu de positivo e jamais deixará a negatividade de outrem torná-lo indeciso. O homem com firmeza afastará todo aquele que tente lhe trazer pessimismo ou dúvidas sobre a sua capacidade. Os inseguros tentam transferir suas inabilidades para aqueles que contemplam como VITORIOSOS. Desta forma, o determinado procura acompanhar-se de pessoas seguras, pois a boa influência fará com que se sinta consciente de seu grande VALOR.
O determinado aspira sempre aprender, buscando o crescimento regular na área em que exerce sua atividade, capacitando-se cada vez mais. O otimista tem o olhar confiante para o alto, tendo a plena convicção de que não é melhor do que ninguém, nem tampouco pior. Ele é animado, ousado e firme, e reconhece que jamais a confiança deve extrapolar o limite da razoabilidade, pois tudo demais é veneno. 
O bem-resolvido, ao possuir um considerável talento, reconhece que recebeu tal dádiva de Deus e que seguramente deve tudo ao Senhor. E quando essa dependência realmente se efetiva, automaticamente promoverá o crescimento comportamental, profissional e, acima de tudo, espiritual. 
Assim, devemos colocar no coração: CONFIANÇA EM SI, MAS DEPENDÊNCIA DE DEUS!

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