Pesquisar este blog

sábado, 28 de abril de 2018

COMO VOCÊ OBSERVA OS ACONTECIMENTOS?

“Dois homens olham pela mesma janela. Um vê lama. O outro vê as estrelas”. (Frederich Langbridge).

Analisando a frase de Frederich Langbridge, vem à lembrança as reações diferentes dos dois homens que levaram topadas: um sai praguejando e soltando todo tipo de impropérios, enquanto o outro agradece a Deus pelo livramento, com o sentimento de que poderia ter sido pior.

O diferencial mais importante do que acontece conosco geralmente será: para onde olharemos?
É isso que demonstrará o gabarito de um vencedor! É imperativo contemplar o lado bom das circunstâncias.
A vida é para ser enfrentada, e se não tivermos a devida percepção das oportunidades escondidas nos caminhos da vida, poderemos sair nocauteados diante do que se demonstra à primeira vista.
Devemos sempre observar e meditar sobre tudo que acontece em nosso caminho. É necessário verificar o que podemos tirar de bom, até mesmo dos revezes que possamos sofrer.
Ao agir dessa forma, o otimismo inebriará o nosso ser e fará com que, do lamaçal, possamos plantar algo de útil e receber o beneplácito divino por agir assim.
Como você observa os acontecimentos?
Se negativamente, diante de uma consequência inapropriada, passe daqui pra frente, com a ajuda de Deus, a visualizar a vida sob um prisma positivo.
Quanto a você, que no seu comportamento já denota positividade, continue agindo dessa maneira, sempre antevendo uma grande benesse, que pode estar oculta a uma pessoa mais pessimista.


sexta-feira, 20 de abril de 2018

TURBULÊNCIAS

“Ninguém é ateu num avião em turbulência.” (Érica Jong) 

Uma viagem de avião torna-se aprazível quando é tranquila. Para quem viaja próximo à janela, a visão é incrível, principalmente ao observar a beleza de uma natureza criada por Deus. É bastante incômodo quando, em um determinado voo, existem as chamadas zonas de turbulência. Preocupa ainda mais se tais turbulências tornam-se demoradas e fortes.

Turbulência é o nome dado à movimentação do ar em grandes altitudes, que faz com que o avião balance. Basicamente, a turbulência acontece quando há uma mudança brusca na temperatura, na velocidade ou na pressão do ar. Mudanças na pressão acontecem o tempo todo, mas, quando são previsíveis, o piloto pode fazer ajustes na aeronave para se adaptar a elas, como mudar a potência das turbinas ou a posição dos flaps. Quando a mudança é de uma hora para outra ou quando acontecem muitas variações seguidas, não há como adaptar a aeronave, e a pressão faz com que ela balance. Para entender por que isso acontece, é preciso levar em consideração que o avião se mantém no ar graças à força de sustentação, criada pela passagem de ar pelas asas do avião. Quando ocorre uma mudança na velocidade do ar, a sustentação também varia, fazendo com que o avião fique instável.*
Nossa vida também é assim. A boa rotina cotidiana ocorre com trabalhos, estudos, viagens, passeios, brincadeiras e muitas coisas agradáveis. Contudo, não devemos esquecer que grandes contratempos advirão, como doenças graves, mortes de familiares, problemas financeiros, depressões, relacionamentos desfeitos e os mais variados problemas, mesmo para aqueles que temem a Deus. Ninguém se tornará totalmente imune às adversidades da vida. Desta forma, assim como nosso Deus segura um avião em uma forte turbulência, também tomará conta de seus servos nos mais fortes embates. O segredo é confiar nas promessas do Senhor, pois, como maravilhosamente Ele prometeu: “Por isso não tema, pois estou com você; não tenha medo, pois sou o seu Deus. Eu o fortalecerei e o ajudarei; eu o segurarei com a minha mão direita vitoriosa” (Isaías 41.10).
Nada acontece fora do comando divino! É importante ter isso em mente, pois o Senhor está no controle de tua vida. Portanto: “Aquietai-vos, e sabei que Ele é Deus” (Salmos 46.10).

_______________

* Fonte: novaescola.org.br

domingo, 15 de abril de 2018

SÓ DEUS CONHECE O FUTURO!


“Deus sempre sabe o que é melhor para nós, por isso, é sempre bom entregarmos nossos planos nas mãos Dele” (Humberto Queiroz).


No tempo em que não havia telégrafo e as notícias da América só chegavam à Inglaterra no bojo dos veleiros, um negociante de Londres foi solicitado a participar de um grande negócio de algodão das plantações de além-mar. Parecia, de fato um negócio ótimo e seguro. Mas antes de aceitá-lo, disse ao amigo que lhe propunha: “Tenha a bondade de esperar um momento; nunca fecho qualquer negócio sem consultar o Senhor”. – “Que Senhor?”, perguntou o outro. – “Deus”, respondeu o crente. – “Ora, replicou o amigo, Deus não entende de algodão”. O negociante retirou-se por alguns minutos e voltou dizendo que, não sabia por quê, mas o Senhor não aconselhava a transação. O incrédulo zombou à larga e foi-se embora não pouco irritado com a obstinação do crente. No dia seguinte ambos receberam notícias: se o negócio da véspera se tivesse feito, o comerciante estaria arruinado!1
Realmente, Deus entende muito de algodão, e de tudo que nos cerca! História interessante e salutar,2 que seria divertida e bastante singular, se não fosse um exemplo preponderante sobre o conhecimento divino. Uma pequena narração que nos contagia com sua leitura, e faz-nos perceber o tamanho de um Deus, o qual controla tudo em seus mínimos detalhes.
A sabedoria divina é ampla, perfeita e totalmente aprovada, já a percepção humana é falha, sobretudo, quando esta deliberação não é passada no crivo3 divino.
Na maioria das vezes não sabemos decidir o melhor caminho. Deus na característica de um poder onisciente4 conhece tudo que nos reservará num futuro próximo ou distante.
A nossa parte deve ser orar para que Deus nos mostre a sua inteira vontade, que é totalmente acertada e livre de embaraços.
Mesmo nas decisões mais simplórias, consulte ao Eterno e Ele colocará no teu coração o verdadeiro caminho a seguir.
Serve como uma boa indicação para uma boa decisão, após você orar a Deus, um sentimento de paz. Tranquilidade que irradiará confiança, te mostrando uma convicção na melhor alternativa a ser tomada.
Porquanto, o saber divino é sempre primoroso, e quando o teu desejo se alinhar ao de Deus, com certeza os teus caminhos serão mais límpidos e tuas decisões mais corretas e iluminadas.

______________

1 Fonte: Livro “Os Provérbios de Salomão” de E. Percy Ellis, Editora CPAD, páginas 33/34.
2 Edificante, proveitoso.
3 Sentido figurado: Aquilo que serve para pôr à prova; forma de seleção.
4 Que tem saber absoluto, pleno; que tem conhecimento infinito sobre todas as coisa.

domingo, 8 de abril de 2018

DEUS É JUSTIÇA


Deus não paga no fim de cada dia, mas no final, ele paga”. (Santa Ana da Áustria, religiosa do século XVI)


As qualidades de Deus são extensas, extraordinárias e reluzentes. Entre tais virtudes, uma é bastante peculiar e única, já que neste mundo ninguém tem ou terá a mínima condição de imitar com perfectibilidade, que é a JUSTIÇA DIVINA.
A frase especial de Santa Ana da Áustria, na introdução do texto, define muito bem a Justiça na ótica divina. Analogicamente, podemos entender que esta justiça é como um leão adormecido que um dia acordará e rugirá sobre todos que teimam ou teimaram em desobedecer aos preceitos do Senhor.
Será que pessoas como Nero, Hitler, Herodes o grande e demais pecadores sem arrependimento, já não se depararam com a justiça do Senhor?
A resposta é óbvia, pois Deus trará a julgamento de tudo o que foi feito, inclusive aquilo que esteja escondido, seja bom ou mau (Eclesiastes 12.14). 
A justiça deste mundo pode não ser irrepreensível, contudo, chegará o tempo em que o Altíssimo julgará a todos, e ninguém ficará imune a uma sentença perfeita, resultando em eterna felicidade ou perdição eterna. 
O justo juiz, como também é chamado Deus, age de maneira equilibrada e sublime. 
Deus é amor, e isto está mais do que comprovado por suas ações, mas Ele é completamente justo. E essa medida de justiça um dia virá à tona com grande intensidade.
Na sua justiça não há desvio de fins, e Ele agirá de forma magnânima, principalmente para os arrependidos, porém, muito forte para os pecadores obstinados.
Deus tem uma tendência natural para o amor, e até mesmo a sua justiça só é efetivada intensamente e dissociada da graça, quando o indivíduo possui uma mente enraizada no pecado e não procura o perdão divino.
Davi, o rei de Israel, entendeu muito bem o critério do julgamento divino, quando após pecar contra a lei divina, preferiu ser julgado por Deus, ao invés de cair nas mãos dos homens, pois ele observou que eram muitas as misericórdias divinas (1 Crônicas 21).
Deus visualiza o homem internamente, não privilegiando o exterior. Ele sonda o coração e vê o que ninguém consegue observar. Portanto, falar da justiça de Deus é compreender o seu critério de amor à humanidade, onde este senso amoroso é aplicado de forma única, inimitável e profunda.
Nunca esqueçamos que Deus é amor, mas da mesma forma, devemos lembrar que Ele também é justo. Pois, se não agisse assim, muitos que praticaram a maldade nas mais variadas formas, ficariam impunes e a injustiça seria privilegiada.
Tenhamos assim, a sensibilidade de perceber a justiça divina como perfeita, e com alegria reconhecermos que adequadamente estaremos nos braços de um DEUS que possui as mãos justas.