"Não ama quem não mostra amor" (William Shakespeare).
Estamos mais do que cansados de
observar homens e mulheres iniciando relacionamentos amorosos de forma
totalmente incorreta. Utilizam os mais variados motivos para começar uma
relação afetiva. Pessoas que vivem pulando equivocadamente de “galho em galho”
acham que os equívocos dos relacionamentos anteriores serão apagados pela
simples substituição de parceiros, esquecendo-se da verdadeira motivação que
devem ter ao mirar um novo vínculo.
Seria muito bom se todos tivessem
uma primeira relação amorosa em que tudo saísse bem. Contudo, na grande maioria
das ligações afetuosas, isso não ocorre.
Alguns partem do pressuposto de
que um novo amor sempre fará esquecer o antigo. Até certo ponto, não
discordamos disso; entretanto, como regra, só se deve partir para uma nova
união quando os envolvidos estiverem curados de relacionamentos anteriores.
Termina-se
uma relação antiga e, após um mês, a pessoa já está envolvida com outra,
postando fotos em redes sociais e assumindo para todo mundo uma afetividade
instantânea. Quem ela pensa que está enganando?
A
ninguém. Ou ela não gostava nem um pouco da outra pessoa, ou quer uma
substituição forçada de algo que nunca se resolveu. Se você preza por um
coração sossegado, não proceda desta forma, porque simplesmente não funcionará.
Devemos
procurar um sentimento adequado na área emotiva para que possamos recomeçar de
uma forma que seja equilibrada e contrabalanceada em uma afeição verdadeira.
Para iniciar um novo sentimento, principalmente para as pessoas que já tiveram
outras relações, é imperioso esperar o tempo exato, bem como ter como suporte
maior um direcionamento divino.
Não
esquecendo-se, logicamente, que as pessoas noviças e desprovidas de
experiências na área amorosa devem, com mais ênfase ainda, entregar esta
situação a Deus.
O Senhor
estará sempre pronto para auxiliar indistintamente a todos que o procurarem,
oferecendo ajuda para a melhor escolha sentimental. Algumas dicas são por
demais importantes para o auxílio de todos que procuram relacionar-se da
maneira correta; senão vejamos:
1. COMPANHEIRISMO:
Quando você encontra a companhia
correta, descobrirá alegremente um refresco para a alma. Acontece um convívio
cordial e amoroso, próprio do companheirismo que tanto fortificará a relação.
Se a pessoa não tem muita curiosidade em conhecer sua vida, tal situação deve
ser bem analisada.
Exemplos:
- Não se
interessa em saber se você está com algum problema.
- Como é o
seu trabalho.
- Se você
pretende ter filhos.
Se esses
fatos ocorrem desde o princípio, tome cuidado porque algo está errado.
2. NECESSIDADE DE BOAS
PALAVRAS:
Ouvir boas palavras faz bem.
Reconhecemos que atitudes são mais importantes do que palavras. Isto nem
discutiremos; todavia, ouvir coisas boas nunca será ruim, até porque a boca
fala daquilo que o coração está cheio (Mateus 12.34b). Não é bom se uma pessoa
com quem você se envolve nunca diz que gosta de você. E quando é você quem
sempre diz isso, e ela responde sem muita ênfase: "Eu também", fique
atento, pois o sinal está amarelo.
3. NINGUÉM ESCONDE QUEM GOSTA:
Quem
realmente gosta possui uma admiração espontânea pelo outro, apresentando para
todos a pessoa que lhe é especial. Se ele (a) evita ser visto (a) contigo por
conhecidos, alguma coisa não está correta, pois alguém está, na acepção da
palavra, "escondendo" algo.
4. HÁ O PLANEJAMENTO CONJUNTO:
Se,
passado algum tempo deste convívio, um dos dois nunca elabora planos para o
futuro, isso também demonstra desinteresse. Quem gosta, normalmente, planeja o
relacionamento, evidenciando um cuidado na consumação de um futuro a dois. O
planejamento mútuo denotará responsabilidade e grande vontade no crescimento do
amor.
5. CONFIANÇA:
Confiança é uma palavra mágica em
qualquer relacionamento, principalmente no amoroso. No livro "Reagan: The
Life" (em português: "A Vida de Reagan"), o historiador H. W.
Brands demonstra que o presidente Ronald Reagan era um homem amável em público,
mas, na vida privada, só se abria inteiramente para sua mulher, Nancy Reagan.
Reagan foi um homem extremamente fechado, exceto com Nancy, pois ela foi o
grande amor de sua vida e sua melhor amiga. É de conhecimento público o grande
homem que ele foi, fazendo jus àquele dito: "Por detrás de um grande
homem, uma mulher excepcional". Baseado nisso, observamos que a confiança
é por demais necessária no amor, pois, sem ela, a relação já nasce morta.
6. A PAZ É IMPRESCINDÍVEL:
Costumeiramente, reparamos em
aqueles relacionamentos complicados, tipo: "entre tapas e beijos", em
que numa hora tudo está maravilhoso e na outra um verdadeiro caos. Uma maneira
de distinguir a voz de Deus da imitação fraudulenta é a sensação de serenidade.
A voz que comunica a paz é naturalmente divina, e a que procede de urgência ou
conflito não será benigna. Atente sempre para esta condição.
7. BUSQUE AJUDA DE DEUS PARA A
ESCOLHA AFETIVA:
A maior arma contra as ilusões
chama-se "discernimento do espírito". Quem vive na presença de Deus
possuirá esse recurso. Se buscares esse dom, com certeza não serás enganado. É
um conselho importante, principalmente para a vida sentimental, pois devemos
sempre pedir a Deus o discernimento de tudo o que esteja acontecendo ao nosso
redor. Com certeza, aquilo que é enganoso em nossa existência, o Senhor vai
desmascarar. Não se trata de uma desconfiança obsessiva, mas sim de uma defesa,
onde o interesse verdadeiro será devidamente demarcado e a falsidade afastada.
Neste
mundo, a regra é: "Siga o seu coração". Mas será que essa é uma
atitude única e sábia? Evidente que não. A Bíblia preceitua que: "Enganoso
é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá?"
(Jeremias 17.9). A
palavra do Senhor também nos mostra um critério seguro para tomarmos decisões:
"Seja a paz de Cristo o árbitro em vosso coração" (Colossenses 3:15).
Um relacionamento recheado de confusões, onde impera a intranquilidade, de
maneira nenhuma prosperará. Espere o momento apropriado para um começo ou um
recomeço nesta área. Assim, poderás usufruir de uma relação alegre e centrada
na perfeita vontade de Deus.
Sim, o critério seguro para a decisão de escolha sentimental deve ser pautada na paz de CRISTO. A partir do momento que se ama a Deus sobre todas as coisas, tudo se torna complemento. Assim é o casal que teme ao SENHOR. Amós 3:3 traz: andarão dois juntos, se não estiverem de acordo? Iniciar corretamente uma relação afetiva com um direcionamento divino, exige a escolha de uma pessoa que tenha o mesmo objetivo “servir a DEUS”, considerando estes atributos apresentados e que não estão dispostos na aparência um do outro, mas sim no seu interior. Quando pode-se tomar como base 1 Samuel 16:13, mas o Senhor disse a Samuel: Não atentes para a sua aparência, nem para a grandeza da sua estatura, porque eu o rejeitei; porque o Senhor não vê como vê o homem, pois o homem olha para o que está diante dos olhos, porém o Senhor olha para o coração. Linhas edificantes, parabéns! Que DEUS continue abençoando este projeto.
ResponderExcluirObrigado Ana Maria.
ResponderExcluirMuito bom texto.
ResponderExcluirObrigado Marcia Rodrigues
ResponderExcluirPrimeiro que tudo um dos pontos básicos na construção de uma relação que, infelizmente, muitas pessoas não percebem. Normalmente, mesmo que a pessoa deseje se sentir livre tem dificuldades para dar liberdade. É importante permitir e encorajar o parceiro a desenvolver atividades e projetos individuais para que vocês não se sintam limitados um pelo outro. Essa é uma postura construtiva para o desenvolvimento individual e do casal..
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