"Jogando em seus domínios"
é uma expressão comum no futebol, significando que uma determinada agremiação
esportiva está atuando em casa, ou seja, no seu próprio estádio. Tal conjuntura
não deixa de ser uma grande vantagem, devido principalmente ao apoio da torcida
e ao devido conhecimento do campo do jogo. É por demais interessante que os
"times pequenos" costumam se agigantar quando jogam em seus domínios. Cada jogador se transforma em dois, e que o time adversário, mesmo com maior
superioridade, tem que se empenhar muito para ganhar o jogo. O mais curioso é
que os times, quando vão jogar em local diverso de sua cidade, procuram fazer o
que se chama "reconhecimento de campo", no intuito de se adequar
melhor ao que irão enfrentar no jogo
Trazendo o contexto evidenciado
para o nosso cotidiano, por vezes se repete tal processo. Traremos o exemplo de
uma reunião qualquer. Percebemos que, geralmente, quando é realizada em um
ambiente mais propício, ou seja, em um local conhecido por nós, o encontro
torna-se mais conveniente. Por outro lado, aqueles
compromissos onde não “conhecemos o terreno a ser pisado” podem ser mais dificultosos.
A expressão “conhecer o terreno a ser pisado” significa estar ciente
do que se vai encontrar em um ambiente qualquer, estando informado sobre aquilo
que cerca a circunstância a ser vivenciada. É uma metáfora usada para uma
preparação adequada, impedindo que os riscos, porventura existentes, tragam
surpresas desagradáveis. Este pleno conhecimento você terá quando estiver
preparado e não apenas se confiar em suas próprias forças. Desta forma, “jogar
no campo já conhecido” trará a você maior condição de vitória. Tal dedução
devemos levar para as demais áreas da existência, seja no sentimental,
profissional, social, financeiro, etc.
Quando conhecemos adequadamente
uma determinada conjuntura, estaremos mais preparados para enfrentá-la ou, ao
menos, nos adequar a ela. Identifiquei que os antigos indígenas, antes de
enfrentar o exército americano (entre o século XVII e o final do século XIX),
procuravam conhecer os hábitos cotidianos antes de atacá-los. Os índios
passavam vários dias escondidos, estudando a rotina do adversário.
Sob outra perspectiva, a melhor
forma de conhecer aquilo que não sabemos nada é pelo discernimento espiritual
que Deus concede a quem Nela confia. Ao procedermos com qualquer tipo de
iniciativa ou não conhecermos nada de outra pessoa, a melhor forma é deixar os
“olhos de Deus” demonstrarem aquilo que não está bem visível. Quando estamos na
condição de desconhecimento total sobre algo, devemos “logicamente e
necessariamente” permanecer nos braços do Senhor e compreender o terreno que
estamos pisando. Daí, DEUS nos fornecerá a sabedoria suficiente para não pisarmos
em “buracos” que possam nos machucar, e assim estaremos protegidos,
em uma trajetória correta e inteiramente decifrada por ELE.

Sob as duas perspectivas,; O conhecimento natural se faz necessário para conhecer o território. Sua Tzu, general Chinês já dizia, " Que a arte da guerra é vencer uma batalha sem lutar". Isso implica em conhecer bem o território. Já a segunda análise e a mais sábias, é ter a Fé em Deus e deixar Ele te guiar, desta forma, as lutas e as batalhas travadas em territórios adversos, pela Fé, já são vitoriosas.
ResponderExcluirObrigado pelo comentário.
ResponderExcluirConfesso que não gosto de pisar em locais longe dos meus domínios,tenho receio de cair em terrenos minados.e é aí que me coloco nos braços do Senhor e vou pela fé.Ótima reflexão.A paz do Senhor Jesus Cristo.
ResponderExcluirobrigado. A paz do Senhor Jesus.
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