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terça-feira, 28 de julho de 2026

BOM TEMPERO!

Regularmente, eu faço refeições em restaurantes, e tal contexto fez com que o meu paladar ficasse ainda mais apurado. E uma certeza eu possuo: o tempero não será igual, diferenciando-se de um restaurante para o outro.

É de conhecimento geral que, quanto mais sofisticado for o restaurante, a tendência será a comida ser mais caprichada e gostosa, o que não impedirá que certos restaurantes “ditos caseiros” possam ter iguarias também apetitosas.
O segredo dos grandes chefs* dos restaurantes de alto nível ou daquela cozinheira mais simplória de uma pequena cantina está no tempero, e, em algumas vezes, eles não o relatam para ninguém. Os grandes, tradicionais ou humildes restaurantes podem comprar os mesmos mantimentos; todavia, dificilmente o tempero usado por cada cozinheiro será igual.
Trazendo a expressão “bom tempero” para uma espécie de metáfora, podemos nos referir a algumas características que darão sentido, valor e qualidade à existência. Senão vejamos:

1. BONS RELACIONAMENTOS:

Como são importantes as relações! É importante admitir que o relacionamento, adequado ou não, pode até interferir no destino de alguém. Assim, tempere a sua vida com boas amizades e o resultado será uma caminhada existencial harmoniosa e próspera.

2. ESCOLHAS ACERTADAS:

Como em uma comida saborosa, quando o tempero advém da boa escolha do cozinheiro, a existência também receberá uma considerável influência do que alguém escolher como opção, seja na área profissional, sentimental ou, principalmente, no âmbito espiritual.

3. EXPERIÊNCIAS BEM APLICADAS:

Se você erra uma vez, a culpa total poderá até não ser sua; todavia, se errar no mesmo contexto pela segunda vez, aí a responsabilidade será toda sua. A experiência do cozinheiro faz com que, cada vez mais, a comida se torne aperfeiçoada. Na vida, não será diferente, pois a experiência torna o indivíduo tarimbado para se esmerar em algo ou, ao menos, não repetir erros.

4. GOSTAR DO QUE FAZ:

Eu conheço uma cozinheira que, na simples combinação de feijão, arroz e ovo frito, faz com que a refeição fique deliciosa. Quando eu pergunto a ela quais são os temperos usados, ela me responde alegremente: "Amor e dedicação". Pois, então, assim é a nossa caminhada, principalmente na área profissional, quando gostamos do que fazemos. Alguém já afirmou: “Quando trabalhamos no que apreciamos, não precisamos de férias!”

5. BONS PROPÓSITOS:

Quando o cozinheiro possui talento e quer fazer uma comida apetitosa, ele conseguirá. Na fusão de um dom natural e o propósito de fazer algo com excelência, geralmente se terá sucesso.
Qual é o teu desígnio existencial?
Aí estará o segredo da distinção. A essência da missão de alguém é a sua maior vontade, traduzida na prática.

Ter um bom tempero criativo e a combinação de bons relacionamentos, escolhas acertadas, experiências aproveitadas, apreciar o que faz e ter um bom propósito consubstanciará, assim, uma jornada adequada e fadada ao sucesso. Uma cozinheira dedicada procura se esmerar na criação de um prato delicioso. Da mesma maneira, somos nós. Devemos fazer o nosso melhor em qualquer empreendimento em que estejamos envolvidos.  

Uma comida criteriosamente preparada ou o que planejamos sairá a contento**?
Não sabemos, mas pelo menos estaremos realizados de certa forma, pois intentamos FAZER O MELHOR!
Não podemos esquecer que o principal tempero (ingrediente) da vida, que é ter uma espiritualidade sadia, se alicerçará em Cristo Jesus, pois assim como o pão faz parte da culinária, o mestre, conforme ele salientou em João 6.35: “É o pão da vida; aquele que vai a Ele não terá fome.” Aqui Jesus não fala tão somente do pão físico, mas da necessidade espiritual do homem que só será satisfeita Nele.

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*Termo francês para chefe de cozinha. Chefs são profissionais de elite na cozinha, responsáveis por planejar cardápios, gerenciar equipes e criar experiências gastronômicas em restaurantes, hotéis e indústrias.

** A expressão “sair a contento” significa que algo foi realizado com sucesso, de forma satisfatória, ou que atendeu às expectativas plenamente.

quarta-feira, 10 de junho de 2026

JOGANDO EM SEUS DOMÍNIOS

"Jogando em seus domínios" é uma expressão comum no futebol, significando que uma determinada agremiação esportiva está atuando em casa, ou seja, no seu próprio estádio. Tal conjuntura não deixa de ser uma grande vantagem, devido principalmente ao apoio da torcida e ao devido conhecimento do campo do jogo. É por demais interessante que os "times pequenos" costumam se agigantar quando jogam em seus domínios. Cada jogador se transforma em dois, e que o time adversário, mesmo com maior superioridade, tem que se empenhar muito para ganhar o jogo. O mais curioso é que os times, quando vão jogar em local diverso de sua cidade, procuram fazer o que se chama "reconhecimento de campo", no intuito de se adequar melhor ao que irão enfrentar no jogo
Trazendo o contexto evidenciado para o nosso cotidiano, por vezes se repete tal processo. Traremos o exemplo de uma reunião qualquer. Percebemos que, geralmente, quando é realizada em um ambiente mais propício, ou seja, em um local conhecido por nós, o encontro torna-se mais conveniente. Por outro lado, aqueles compromissos onde não “conhecemos o terreno a ser pisado” podem ser mais dificultosos.
A expressão “conhecer o terreno a ser pisado” significa estar ciente do que se vai encontrar em um ambiente qualquer, estando informado sobre aquilo que cerca a circunstância a ser vivenciada. É uma metáfora usada para uma preparação adequada, impedindo que os riscos, porventura existentes, tragam surpresas desagradáveis. Este pleno conhecimento você terá quando estiver preparado e não apenas se confiar em suas próprias forças. Desta forma, “jogar no campo já conhecido” trará a você maior condição de vitória. Tal dedução devemos levar para as demais áreas da existência, seja no sentimental, profissional, social, financeiro, etc.
Quando conhecemos adequadamente uma determinada conjuntura, estaremos mais preparados para enfrentá-la ou, ao menos, nos adequar a ela. Identifiquei que os antigos indígenas, antes de enfrentar o exército americano (entre o século XVII e o final do século XIX), procuravam conhecer os hábitos cotidianos antes de atacá-los. Os índios passavam vários dias escondidos, estudando a rotina do adversário.
Sob outra perspectiva, a melhor forma de conhecer aquilo que não sabemos nada é pelo discernimento espiritual que Deus concede a quem Nela confia. Ao procedermos com qualquer tipo de iniciativa ou não conhecermos nada de outra pessoa, a melhor forma é deixar os “olhos de Deus” demonstrarem aquilo que não está bem visível. Quando estamos na condição de desconhecimento total sobre algo, devemos “logicamente e necessariamente” permanecer nos braços do Senhor e compreender o terreno que estamos pisando. Daí, DEUS nos fornecerá a sabedoria suficiente para não pisarmos em “buracos” que possam nos machucar, e assim estaremos protegidos, em uma trajetória correta e inteiramente decifrada por ELE.

quinta-feira, 14 de maio de 2026

VÍTIMAS DA SOCIEDADE! É isso mesmo?

Observamos a expressão “vítimas da sociedade” ser defendida quando certos componentes da coletividade descrevem ou justificam aqueles que, segundo os defensores dessa ideia, foram marginalizados ou prejudicados pelo sistema social, sendo assim levados a atos delituosos. Discordo de pronto* dessa afirmação, pois entendo que uma má condição social ou um sistema discriminatório pode até ter certa influência, mas não terá o poder de anular um indivíduo, como se fosse um carma.** definitivo.

Defendo intransigentemente que todos terão, pelo menos, a mínima oportunidade de ascender socialmente. Se alta condição social fosse sinal de sucesso ou felicidade, não teríamos tantos filhos de ricos desnorteados ou com tantas encrencas.
Diversos famosos e pessoas anônimas superaram a miséria antes de alcançarem o sucesso. Entre alguns exemplos de celebridades que não se dobraram perante o infortúnio, temos:
  • Ator Jim Carrey: chegou a ser morador de rua.
  • Pelé: nascido em uma família humilde, se transformou em ícone mundial.
  • Cantor Gusttavo Lima: chegou a morar em um barraco de lona antes de alcançar a fama.
  • Apresentadora de TV americana Oprah Winfrey: passou fome e se tornou muito influente na mídia, além de riquíssima.
  • Elvis Presley: o rei do rock cresceu em uma família pobre do Mississippi.
  • Jogador Thiago Silva: cresceu em uma favela do Rio de Janeiro e passou por muitas dificuldades antes de se destacar.
  • O cantor britânico Ed Sheeran, antes do sucesso, dormia em estações de metrô em Londres, onde tocava violão por moedas e se alimentava com sobras de comida. 
Enfim, a lista é extensa, mas paro nestes. Poderia citar outros exemplos de pessoas famosas, bem como de desconhecidos que, contraditoriamente, “tinham tudo para não ter nada.”
Entendo que é um tema complexo, mas não concordo com a expressão “vítimas da sociedade” para justificar a marginalização social e, dessa forma, tornar um delinquente livre de culpa. Claro que existe uma forte desigualdade social no mundo. Disso não podemos fugir, mas querer estabelecer que isso leva muitos a se marginalizarem não é plausível.
Conheço indivíduos que vieram de famílias ricas e perderam tudo, e muitos que foram criados praticamente na miséria e hoje estão bem financeiramente, justamente por acreditarem em si mesmos e lutarem para ter dias melhores. Não se sujeitaram às poucas condições em que nasceram e batalharam o suficiente para não se tornarem uma aparente “vítima da sociedade”.
A vida não é fácil e reconheço que, se formos fracos, seremos moídos pelas adversidades. Mas, para esse enfrentamento, temos a força de vontade e, principalmente, o auxílio divino, que não faltará para aquele que confia em Deus. O Senhor Jesus, na vida de um servo fiel, seja ele pobre ou rico, será um suporte para que um possa ascender socialmente e que o outro se mantenha em boa condição financeira.
O Salmo 40:17 atesta: “Mas eu sou pobre e necessitado; contudo, o Senhor cuida de mim. Tu és o meu auxílio e o meu libertador.” Desta forma, tal fragmento bíblico atesta que Deus não desampara o homem, até mesmo aquele que se declara vítima da sociedade. Entendo que quem pensa assim é vítima de si mesmo, pois não possui garra e uma fé suficiente em Deus.
Deus, para ajudar os mais necessitados, usará alguém como um “auxiliador” numa situação complicada, ou ainda fará algo ainda maior para aquele que crê e espera Nele. Conforme o salmista expôs no Salmo 37:25: “Fui moço e agora sou velho, mas nunca vi o justo desamparado, nem a sua descendência mendigar o pão." Passaremos por privações e teremos dias difíceis; porém, uma pessoa justa e fiel a Deus não será desamparada por Ele a ponto de passar fome.
Justificar infortúnios culpando a sociedade é uma das formas de não assumir a própria responsabilidade ou de transferir erros que podiam ser evitados, principalmente fazendo a parte que lhe cabe e, acima de tudo, acreditando em Deus.
Realmente, os tempos são difíceis e, ao que parece, ficarão ainda mais complicados, mas confiem que Deus jamais desamparará aqueles que Nele creem.

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* “Discordo de pronto" é uma expressão que significa discordar imediatamente ou sem hesitação de algo que acabou de ser dito ou proposto.

**No sentido de uma situação desagradável, com a qual se tem que conviver durante toda a vida.

sexta-feira, 20 de março de 2026

ESTÃO FALANDO DE VOCÊ!

Geralmente, quando alguém nos avisa que estão falando de nós, perguntamos: bem ou mal?

O certo é que a maioria das pessoas se inquieta com o que estão falando delas, sendo uma combinação de mera curiosidade e preocupação.
A complicação pode ser estabelecida quando alguém pronuncia: “Fulano está falando mal de você!” Aí é que está o nó da questão, isto é, o ponto crítico da conjuntura. Nesses casos, como se deve proceder?
Sou um pouco retraído, ou melhor, “prevenido” quanto ao já conhecido LEVA E TRAZ (evidente que não são todos os informantes que procedem assim), que é aquele que nem se considera fofoqueiro, mas que compartilha informações a nosso respeito que ouviu dos outros, acreditando estar ajudando ou nos alertando.
Se um indivíduo me alertar que outra pessoa está falando mal de mim, tenho as seguintes opções:
  1. Ouvir tudo e me chatear, e até mesmo revidar.
  2. Nem sequer ouvir.
  3. Comunicar ao mensageiro: “Vamos fazer uma chamada de vídeo ou então ligar para aquele que falou de mim e tirarmos isso a limpo.” Duvido que o linguarudo* concorde com esta alternativa, pois pode ser desmascarado da farsa se for mentira ou então entrar em rota de colisão com aquele que possa estar falando de mim.
É evidente que as duas últimas alternativas são as mais coerentes e acertadas.
Tenho um conselheiro/mentor que, a respeito do assunto, sempre declara que: “Aquele que nos traz uma informação deste tipo, ou seja, que estão falando mal de nós é uma pessoa perigosa, e que também devemos tomar cuidado com ela”. O aconselhador ainda complementa: “Mesmo que seja verídica a informação, pode inflamar ainda mais a situação, ocasionando uma confusão desnecessária”. A respeito do assunto, o livro bíblico de Provérbios 6.19 preceitua que: “Deus abomina aquele que semeia contenda”. Falar para o outro que alguém está falando dele é: PROVOCAR DISCÓRDIAS. Nesta atitude impensada, no mínimo, a inimizade ocorrerá, quando não descambar** para coisa pior.
Mas e aí, e se alguém estiver falando mal de um amigo seu, o que você deve fazer?
Simplesmente afirmar: "Vá dizer a ele o que está me dizendo, e não me use como garoto de recado ou intermediário para desavenças." Muitas vezes, a pessoa quer nos usar para comunicar algo a um sujeito que não tem coragem de expressar pessoalmente, e aí “caímos como um patinho”.***
O que alguém pensa de você, certamente um dia você saberá. E se chegar até você qualquer falatório desse tipo, procure se certificar da verdade. A princípio, nem acredite, nem tampouco desacredite. Aja de maneira sábia, criteriosa e discreta, como um ilustre juiz ao julgar um processo. E, na posse de maiores informações, tome as medidas pertinentes. Se for verdade, afaste-se de quem fala mal de você por trás, e que se utiliza de pessoas “inocentes” ou até mesmo mal-intencionadas para te chatear com fuxicos.
Quando você se porta de maneira correta, séria e ajuizada, as más acusações não ecoarão, já que a sociedade já reconhece o seu comportamento. Devemos viver de uma forma que um oponente qualquer nunca tenha razão para nos acusar de um mau procedimento.
Falaram mal de você?
Não retribua o mal com o mal. Em vez de partir para a retaliação, entregue a chateação a Deus, através de uma oração, e Ele te fará justiça. Aqueles que, porventura, te difamaram serão envergonhados (1 Pedro 3.16). Deus é o justo juiz e cuida da honra dos seus filhos. Assim, entregue o teu caminho ao Senhor, confia Nele, e Ele tudo fará (Salmos 37.5), pois toda a arma forjada contra ti não prosperará.
Por outro lado, se alguém está falando bem de você, agradeça, mas não se envaideça, e viva de uma maneira que quem te exaltou não seja contestado. E quanto àquele que costuma “repassar” para alguém coisas negativas que outro está falando, pondere, avalie e observe se isso precisa realmente ser passado para frente. Penso, que o melhor é cortar o mal pela raiz.

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*Mexeriqueiro, falastrão, indiscreto.

**Derivar, tender.

***A expressão “caímos como um patinho” significa ser facilmente enganado, cair em uma armadilha, acreditar em uma mentira ou ser ingênuo em uma determinada situação.

sábado, 28 de fevereiro de 2026

QUANDO DEUS DIZ “NÃO”, É “NÃO”!

 

Tempos atrás, Deus falou ao meu coração que eu deveria me afastar de um determinado ambiente. Na minha teimosia, passei um tempo sem ir e depois retornei. Aí, tomei uma firme decisão: “Não frequentaria mais o recinto”, pois não me agregava em nada aquele local.”
É relevante ter o foco naquilo que Deus quer para a nossa vida e não perdermos tempo com amizades, ambientes ou algo que não edifique. Por isso, defendo enfaticamente a expressão: quando Deus diz “não”, é “não”; principalmente para aqueles que se propõem a obedecer à vontade divina.
Uma vez ou outra, não entendemos o agir de Deus, mas Ele conhece tudo e ouve diálogos que não escutamos. O problema é que queremos dar o nosso jeitinho, o que não é acertado. O Senhor conhece TUDO através de Sua onisciência* e nós “simplesmente” não sabemos nada do que nos reserva daqui a um minuto ou o que nos espera na próxima esquina. A luta interna é enorme entre como devemos proceder e o que não fazer. Constantemente, nos comportamos inadequadamente ante os propósitos de Deus.
O NÃO de Deus baseia-se na Sua sabedoria superior, bem como no conhecimento da completude que norteia o universo e todas as coisas. Esse NÃO, quando é para o nosso bem, se fundamenta no SEU ETERNO AMOR e no sentido de proteção, agindo como um direcionamento pertinente e nos livrando daquilo que possa nos machucar. O não de Deus nos livra de uma trajetória que, se não fosse impedida, nos levaria a sérias e nefastas consequências. Nós é que somos complicados e, às vezes, arrogantes, e não queremos aceitar um não, mesmo que seja do Senhor.
Deus é gracioso, misericordioso e benevolente; todavia, quando Ele negativa algo, é PONTO FINAL, e quem se recusar a atender “sofrerá” os efeitos da desobediência.
Em relação ao que foi noticiado na introdução do texto, o fato é que, depois de um bom tempo de reflexão, quando nem precisava (já que Deus tem sempre razão), entendi que o conselho divino referente ao ambiente do qual deveria me afastar era mais do que acertado. Fazendo jus ao versículo bíblico: “Você não entende agora o que estou fazendo, mas algum dia entenderá” (João 13.7 – versão NVT); e, no caso em questão, o tempo me mostrou que Deus estava certo (E quando Ele erra?), e eu é que perdi tempo em não ter atinado logo para a proibição. Quando recebemos o não de Deus, devemos cumprir imediatamente a ordem, mesmo que não entendamos no momento.
Ainda bem que Deus não atendeu a todos os meus desejos, pois pedi cada coisa a Ele que, se fosse atendido, eu estaria em maus lençóis** e talvez com múltiplas dificuldades para resolver.
Por vezes, agimos como crianças, imaginando que compreendemos inteiramente a vida, colocando nossos sentimentos e planos pessoais acima do que “Deus concebe.”
A vontade de Deus é boa, perfeita e agradável (Romanos 12:2), e aceitemos o “não” divino, compreendendo definitivamente que o amor DELE é tão intenso que, em determinadas situações, não satisfará os nossos desejos, já que só Ele sabe o que é melhor para cada um de nós.
Entendam que Deus tem guardado para Seus filhos bênçãos sem medida que nos contentarão plenamente. E ainda por cima, o "não" do Senhor nos protegerá do mal e dos infortúnios. 
Assim, quando “DEUS” sinalizar “NÃO” para algo, como, por exemplo, ir a um determinado local, a mínima consequência que sentirás ao desobedecer a ordem divina será uma decepção, quando não for algo mais sério.

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*Saber absoluto, pleno; conhecimento infinito sobre todas as coisas.

** A expressão "estar em maus lençóis" significa encontrar-se em uma situação difícil, complicada, embaraçosa ou perigosa.