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quinta-feira, 21 de maio de 2026

ME APERREOU? SE PUDER, ESTOU FORA!

Texto com um título diferente, mas perfeitamente plausível em face de algumas circunstâncias existenciais. Em relação à palavra "aperreou", ressalto que é o “pretérito perfeito” do verbo aperrear, o qual significa: incomodar, irritar, perturbar ou aborrecer alguém.

Sou um homem que busca incessantemente a paz. Daí, se tiver como fugir de qualquer tipo de aperreio, assim procedo. Não me dou bem com pessoas irritantes ou que tentem complicar a minha vida. Entendo que aquilo que no interior contém transtorno não pode vir de Deus, pois o Senhor é artífice da harmonia. A PAZ que tanto almejo utilizo como “árbitro/juiz”* no coração, ou seja, não é apropriado permanecer onde não há entendimento e a confusão impera.
Então, para aquilo que me oprime, se puder e tiver como, me afasto imediatamente, seja de ambientes ou de determinadas pessoas. Utilizei a expressão “se puder”, já que há contextos, como profissionais, familiares e certos recintos em que teremos forçosamente de conviver, e assim não será tão fácil o devido afastamento.
Indivíduos que me incomodam em demasia e que não me trazem paz, se puder, pulo fora. Vá aperrear outro! Algumas pessoas são complicadas por natureza e ainda tentam transferir suas afobações emocionais para os outros, e não temos nem como ajudá-las, pois elas não deixam, por acharem que não possuem problema algum. Lidar com pessoas que nos aperreiam é custoso. Reconheço que é difícil não responder às provocações e aos descontroles de terceiros, e o pior é que, se houver contestações de nossa parte, isso pode agravar ainda mais a situação. Sim, porque há pessoas que são tão manipuladoras que, quando reagimos às afrontas, ainda tentam trazer culpa para a nossa mente, quando elas são as erradas e desestruturadas emocionalmente. Sei o que estou aqui expondo, pois já senti na pele tal conjuntura e atesto ser altamente doentia.
Como já explanado, se o convívio não for obrigatório, o distanciamento é o recurso mais eficaz. Fuja desse tipo de indivíduo e foque em você, pois é melhor estar só do que estar acompanhado de pessoas indesejáveis e desestabilizadas emocionalmente. Pode até parecer uma atitude egoísta tal posicionamento, mas é para a nossa própria defesa. Usar a inteligência emocional e estabelecer limites para aproximação é importante neste tipo de circunstância.
Desta forma, se alguém, pela convivência, não te traz paz e você padece, ou melhor, se aperreia muito, "pernas, para que te quero",** pois se você continuar nesta infeliz empreitada, terás tudo a perder, inclusive ter um esgotamento físico, quando não passar por um estresse decorrente de tal relação. Assimilem que, por mais preparado que alguém seja na área emocional, não consegue conviver constantemente com inquietação, e, para tanto, se a causa não for efetivamente erradicada, o prejuízo será grande. Gosto de convivências e não tenho vocação para ser um solitário, mas, se alguns me trouxerem mais prejuízos do que satisfações: TÔ FORA.
E, como lembrete final, advirto: a RAZÃO tem que ser mais forte do que a EMOÇÃO que te prende a alguém ou a qualquer contexto que te aperreia.  

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*O conceito de "paz como árbitro" ou "paz como juiz" baseia-se na interpretação bíblica de Colossenses 3:15, onde o apóstolo Paulo instrui: "Que a paz de Cristo seja o árbitro (ou juiz) em seus corações". Esse conceito refere-se a utilizar a tranquilidade interior e a harmonia espiritual, provenientes de Deus, como critério decisivo para tomar decisões e guiar atitudes.

**"Pernas, pra que te quero" é uma expressão que significa fugir rapidamente, sair em disparada ou se mandar de um lugar por medo ou perigo. Ela denota uma fuga em pânico, indicando o uso máximo da agilidade das pernas para alcançar um local seguro.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

CUIDE DE SUA ENERGIA – Exploradores Emocionais.

Muitos não dão a mínima importância a uma situação melindrosa, que é a utilização pessoal da energia no âmbito emocional, e também a como se proteger devidamente dos chamados “Exploradores Emocionais”.

Devemos assimilar que a energia emocional pode ser catalisada tanto para o bem quanto para o mal, e cabe a nós equacionar corretamente esse uso. Quando nos esforçamos em algo proveitoso, seja para nós mesmos ou para ajudar alguma pessoa, teremos uma boa utilização da energia. Todavia, quando entramos em contextos dissociados de uma maior prudência ou fora da vontade divina, teremos muito a perder, inclusive a tranquilidade. Isso pode ocorrer de algumas maneiras em especial:
  1. Meter-se em algo que não nos diz respeito.
  2. Consentir que pessoas de má índole abusem de nossa boa vontade.
  3. Perder tempo com aquilo que não nos edifica.
  4. Frequentar ambientes carregados.
  5. Participar de rodas de “fofocas”.
  6. Embrenhar-se em discussões tolas.
  7. Se acompanhar dos chamados “sugadores da alma” ou permanecer em circunstâncias complexas que podem e devem ser evitadas, e que só nos trazem chateações e prejuízos.

Os sugadores da alma, também chamados de “vampiros emocionais”, referem-se a pessoas que drenam a vitalidade de alguém, deixando-o fatigado e pessimista, afetando o lado emocional e, quando não, prejudicando a disposição mental.

Você conhece alguém que, quando chega próximo de você, faz com que você não se sinta bem, ficando até mesmo esgotado?
Pois é, muitos não acreditam que isso possa acontecer, mas os exemplos cotidianos são fortes e impactantes para que deixemos tal contexto de lado.
Jesus Cristo, mesmo sendo poderosíssimo, enfrentou um tipo de retirada de sua energia, como no acontecimento descrito em Lucas 8.44-47 e Marcos 5.30-33, que sintetizo:
  • Uma mulher, sofrendo de hemorragia há 12 anos, acreditou que ao tocar as vestes de Jesus seria curada. Daí, Jesus percebeu que alguém tinha tocado em sua vestimenta quando declarou: Quem me tocou, pois de mim saiu poder? E realmente a cura adveio, demonstrando que algo muito forte saiu de Jesus para que ocorresse a tão maravilhosa restauração da saúde da mulher.

A virtude, neste caso, tem a ver com o poder curador do mestre, quando sua forte energia espiritual foi a razão da cura da mulher. Jesus é um ser radiante, de muita luz e de um forte poder, e automaticamente sentiu quando lhe foi retirada uma porção de sua energia, canalizada para curar a doente. Jesus era Deus em forma de homem e passou por tal experiência. Devemos compreender logicamente que se tratava de sua missão curativa, entre outras incumbências que o Pai lhe tinha concedido.

Em relação a nós, simples mortais, devemos ter muito cuidado com a forma como nossa energia é utilizada. Se for de maneira positiva, logo nos restauraremos. Mas, se for negativamente, teremos prejuízo e precisaremos de um bom período para recuperação.
Que possamos utilizar adequadamente a energia e ter a máxima atenção com quem ou com o que se aproxima. Não existe meio termo nos ambientes ou em relação às pessoas: ou concentram boas energias ou não!
Não é acertado perder tempo com um indivíduo que não se mostra como é. Pessoas misteriosas geralmente não carregam boas energias. Por que pode perguntar a alguém?
Quem é de Deus não é tão misterioso. As pessoas de energias apropriadas são simples, e com elas o sim é sim e o não é não. Para tanto, preste atenção ao conhecer alguém ou quem chega próximo a você. Se tal pessoa se aproxima com sinceridade ou com certo ar de “mistério” encantador, mas pesado.
Não é tão difícil discernir alguém com uma energia carregada. Sabe aquela “conta que não bate”,* onde 2 + 2 não somam quatro? Fique atento com aquilo que é contraditório, duvidoso ou até mesmo desagradável.
Gastar energia com algo que é equilibrado, lógico e prazeroso é ótimo, mas gastar suas forças emocionais com circunstâncias complicadas, instáveis e angustiantes não é nada razoável.
Não me sinto bem com aquilo que, mesmo que me esforce ativamente, não consigo entender. Evito tal conjuntura antes que perca muita potência sem necessidade. Deve-se poupar energia e não perdê-la à toa, pois, além de ser prejudicial, ainda nos fará desperdiçar tempo. Também é adequado deixar de ir a certos lugares "pesados" para preservarmos nossa energia.
Assim, peçamos a Deus que nos afaste dos sugadores da nossa força, se perdermos um pouco de energia, que seja com algo sadio ou que, pelo menos, leve um auxílio ao semelhante. E não esqueça que a melhor maneira de trazer “fontes de energia” para a sua vida é orar, ler a Bíblia e passar um bom tempo diário ao lado daquele que nos fortalece: JESUS CRISTO. Isso ainda evitará que sejamos abordados desfavoravelmente pelos exploradores emocionais.
 

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*A expressão "a conta que não bate" ou, mais comumente, "a conta não fecha", é um linguajar popular usado para indicar que algo não faz sentido, é suspeito, inconsistente ou ilógico.

sábado, 27 de dezembro de 2025

VENCENDO O COMPLEXO DE INFERIORIDADE!

Alguns são complexados porque são calvos ou cabeludos demais. Outros são insatisfeitos porque são magrelos ou demasiadamente gordos. Uns são envergonhados porque são baixos ou altos demais. Muitos são inseguros porque são pobres, e outros por serem ricos. Pois é, incrivelmente, existem riquíssimos que podem até não se sentir inferiores, mas não são sociáveis por acharem que as pessoas só se aproximam deles pela riqueza acumulada. Enfim, as mais variadas insatisfações que, em certos casos, são incompreensíveis e ilógicas.
O mais interessante é que o complexado fica “fixado” em preocupações nem sempre condizentes* com a realidade em que está inserido. Como exemplo, temos alguém que se acha “feio” quando realmente nem é. Daí, a insegurança o acompanhará e atrasará, quando não impedir, o crescimento pessoal.
O complexo de inferioridade atinge mais pessoas do que imaginamos. Geralmente, o indivíduo complexado é de difícil convivência por dois fatores em potencial:
  1. Por não se aceitar como é.
  2. Por se comparar com os outros e, em certos casos, tentar colocar suas frustrações naquele que aceita tal manipulação de comportamento.

Entender nossas deficiências fará com que convivamos equilibradamente com alguma limitação que possamos ter. Daí, tal compreensão não afetará o emocional daquele que confortavelmente se aceita como é. Com isso, encravado na mente, teremos um convívio harmonioso com os semelhantes. 

Por outro lado, é importante assimilar que, por mais que alguém se ache, ou seja, realmente belo ou competente em sua área de atuação, não agradará a todos. Ninguém é perfeito, e sempre haverá aquele que, intencionalmente ou não, colocará defeitos nos outros.
A esposa do presidente dos Estados Unidos, Franklin Delano Roosevelt, Senhora Eleanor Roosevelt, não era um modelo de beleza física e nos deixou como exemplos duas frases significativas que embasam muito bem como ela se valorizava e que servem de parâmetro para que possamos nos basear a respeito de uma autoestima apropriada. Essas frases são:
  • "Não importa o quão simples alguém possa ser; se a verdade e a honestidade estão escritas em seu rosto, ele será bonito." 
  • "Ninguém pode fazer você se sentir inferior sem o seu consentimento." 
Esta última frase é por demais impactante e nos oferece um padrão para que não sejamos influenciados pelo que o outro possa pensar de negativo a nosso respeito. Uma afronta só terá o poder de nos afetar se dermos permissão. 
Tenho observado alguns nas redes sociais se colocarem para baixo, afirmando que não são bonitos ou também se martirizando por serem pobres e outros contextos negativos, até mesmo inexistentes. Daí me vem à lembrança uma citação sábia e necessária na presente conjuntura: “Não mostre seu ponto fraco, pois só é isso que muitos precisam para te atacar.” Essa é uma das razões pelas quais geralmente surgem "apelidos pejorativos", seja na infância, na juventude ou até mesmo entre os adultos.  Se ligar ou se ficar perturbado, "já era".
É importante esclarecer, principalmente para os pais mais displicentes, que cabe a eles, desde cedo, educar os filhos adequadamente para que estes não sejam suscetíveis às influências nocivas, entre as quais se incluem ser vítimas de ataques contra a autoestima. 
Muitos que são exemplos de "beleza física" já se sentiram feios antes, como na “síndrome do patinho feio”. Tal sintoma é uma metáfora do conto de fadas sobre um filhote de cisne que se sentia inadequado por ser diferente de sua família de patos, até que descobriu sua verdadeira identidade como cisne. Dessa forma, não se deve deixar que a “síndrome do patinho feio” tome conta da vida de ninguém, trazendo baixa autoestima e dificultando a caminhada.
O mais curioso é que certas pessoas querem mudar o nosso físico, quando nem pensamos nisso ou, pelo menos, não nos apercebemos dessa necessidade. Veja bem, quem está ao seu lado, pois, em algumas circunstâncias, querem te colocar defeitos que estão mais aprofundados neles mesmos, em uma espécie de transferência emocional destrutiva. Quando somos preparados emocionalmente e não ligamos para certas coisas, consequentemente, não seremos afetados pelo que os outros pensam ou falam mal a nosso respeito.
Assimilemos que devemos louvar a Deus porque Ele nos criou de um modo especial e admirável, pois as obras do Altíssimo são maravilhosas (Salmo 139:14).** Este versículo celebra a forma única e calculada como fomos criados. E não esqueça: “A beleza, aos olhos de Deus, vai muito além da aparência física, já que ela consiste na essência, e principalmente no fato de você ser uma criação Dele”. 
Assim, você é especial para Deus, e se ACEITE COMO É!

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*Adequados, convenientes, apropriados.

** Eu te louvo porque me fizeste de modo especial e admirável. Tuas obras são maravilhosas! Disso tenho plena certeza.

sexta-feira, 29 de agosto de 2025

VIVA A SUA VIDA!

O título dessa composição pode até aparentar um pouco de incoerência, mas, se levarmos em conta o lado emocional, não parecerá tanto assim. Torna-se lógico que só podemos viver a nossa própria vida; todavia, há indivíduos que se preocupam mais com a existência alheia do que com a sua. E isso pode acontecer em diferentes facetas* que resumo em seis:

  1. Aqueles que se preocupam com as celebridades, observando tudo o que elas fazem.
  2. Alguns se inquietam com a vida de terceiros, que muitas vezes nem sabem da existência dos incomodados.
  3. Pais que querem viver plenamente a vida dos filhos. Devemos educar e cuidar, mas não controlá-los como se fossem robôs.
  4. Os que ficam analisando regularmente como os colegas do trabalho produzem ou os que eles possuem.
  5. Muitos sofrem “como se fossem suas” as experiências erradas de outros.
  6. Pessoas que querem decidir pelos cônjuges ou familiares.
O fato é que muitos vivem a vida dos outros e se esquecem de cuidar de si mesmos.
Devemos ajudar os outros no que for possível, mas não exercer uma espécie de transferência existencial. É uma forma de ajudar os semelhantes viver adequadamente e dentro dos critérios normais da convivência humana. Agir dessa forma fará com que muitos possam te imitar de maneira equilibrada e, assim, servir de boa influência.
Em geral, as más consequências na atualidade são os resultados dos erros que foram praticados, os quais você não tem como retirá-los, seja de tua vida ou de terceiros.
Quando fui provocado, indiquei os erros daqueles que me procuraram ajuda. Alguns seguiram os conselhos e outros não. Podemos até avisar que um indivíduo está no caminho errado, mas só ele poderá DECIDIR. Aconselhar é diferente do que viver a vida de alguém.  
Devemos procurar tomar as melhores decisões e fazer o que é correto. Torna-se evidente que nem sempre acertaremos, mas a tentativa individual não deve ser frustrada.
Evito a observação “doentia” do que os outros estão fazendo erradamente, por seis fatores em especial:
  • Não posso fazer mais nada por certos indivíduos, especialmente se os avisei sobre suas decisões incorretas. 
  • Não quero padecer por problemas que não são meus. Não se trata de “egoísmo”, mas sim de uma visão de vida.
  • Prefiro ler bons livros, presenciar palestras instrutivas, assistir a documentários interessantes, ver filmes inspiradores e ouvir belas musicas.
  • Proporciona paz interior quando evitamos nos envolver nas vidas de certas pessoas.
  • Só quem pode ajudá-los com maior intensidade é Deus, e mesmo assim, se quiserem o auxílio divino.
  • Evidentemente, advirá de Deus o melhor critério de julgamento sobre o que somos e fazemos.

Reitero vigorosamente que devemos AJUDAR alguém quando for indispensável e requerido, mesmo que não tenhamos uma maior proximidade. Todavia, viver a vida do semelhante, jamais. Ademais, Deus concedeu o “livre-arbítrio** para que vivêssemos o que escolhermos. Não serei eu, nem você, que prestaremos contas do que o outro fez em vida.

Assim, viver a própria vida já é difícil; imagine vivenciar a dos outros. Todavia, todos desfrutam de um Deus que nos ajuda cotidianamente.

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*Maneiras, modos, tipos.

**Livre arbítrio é o poder que cada indivíduo tem de escolher suas ações, que caminho quer seguir.

quinta-feira, 29 de maio de 2025

DOENTES DA ALMA!

Nunca vivenciamos na história a quantidade de indivíduos com problemas emocionais, como estamos observando na atualidade. Tem pessoas substituindo bebês por bonecos, assumindo tais marionetes como filhos. Já alguns se identificam como animais, e outros com os mais estranhos e inconcebíveis hábitos.
Assimilo como duas explicações plausíveis para o citado contexto:
  1. Falta de Deus no coração.
  2. Ausência de amor próprio. 
Sim, pois quem tem Deus como "fonte suprema" não procede com substituições loucas ou atos inaceitáveis, já que possui um amor próprio que evita comportamentos inconsequentes.  
Temos uma geração complexa e longe de Deus, com pessoas alcançando o extremo da insensatez. Evidente que somos humanos com fraquezas inerentes a nossa condição, e por isso mesmo devemos DEPENDER do Senhor. Ele é suficientemente poderoso para não deixar um "servo fiel" entrar em caminhos desfocados da realidade.
Quem está doente da alma deve procurar um profissional capacitado para o devido tratamento, bem como ter Deus como forte aliado, no sentido de retirar as mazelas* entranhadas no coração. Fraquezas que se não forem devidamente tratadas, poderão trazer prejuízos emocionais, quando alguns passarão por situações vexatórias ao defenderem coisas loucas e inimagináveis.
Passamos por situações opressivas, todavia dispomos de Jesus Cristo que não nos deixará ao relento. Ele nos auxiliará para vencermos o desequilíbrio, evitando que possamos adentrar no viés** do ridículo.
Alguém quando troca uma criança por um boneco, já acendeu o sinal vermelho da incapacidade emocional. É como se tal indivíduo estivesse pedindo ajuda, ao proceder de uma maneira tão perturbadora, expondo ao meio exterior problemas íntimos sérios.
O que podemos fazer para ajudar alguém nesta situação?
Conduzi-lo a JESUS, o qual possui total condição de tratar quem está "doente da alma". A Bíblia também norteará aquele que precisa de LIBERTAÇÃO, pois: "A palavra de Deus é viva e poderosa. É mais cortante que qualquer espada de dois gumes, penetrando entre a alma e o espírito, entre a junta e a medula, e trazendo à luz até os pensamentos e desejos mais íntimos." (Hebreus 4.12 - NVT). Tal trecho bíblico tem o propósito de tocar "profundamente" naquele que aceita a ajuda divina. Alguém que se deixa ser tocado por Deus, será despertado para REFLEXÕES INTERNAS que lhe trarão esperança, fé e perdão interior. Daí haverá uma consequente mudança de trajetória existencial, passando de doente da alma para cheio do Espírito Santo.
Como está consignado em Isaías 42.3, o SENHOR restaurará a cana quebrada (é um símbolo de pessoas que estão frágeis, quebradas ou que estão a ponto de quebrar), nem apagará o pavio que fumega (representa aqueles que possuem uma fé vacilante ou esperança quase inexistente) e com fidelidade promulgará o direito (indica que Deus defenderá a justiça e o bem estar daqueles que Ele protege). Tais versículos extraordinários demonstram que Deus não desconsiderará ou abandonará aquele que está em dificuldade, e a promessa divina está mantida no cuidado e proteção dos vulneráveis.
Assim, é indispensável CRER no Senhor, pois só Ele possui a capacidade plena de tornar "sãos" os doentes! 
 
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*Distúrbios, problemas, males.

**Rumo, direção, tendência.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2025

COMPARAÇÃO. Certo ou errado?

A comparação é um comportamento que envolve colocar um aspecto existencial próprio em paralelo com o de outro indivíduo e confrontar circunstâncias, buscando um significativo "destaque" em relação ao semelhante. O perigo de tal conduta é que ela regularmente vem acompanhada de insegurança e de uma autoestima diminuta.

Muitos estão predispostos a buscar comparações. Por mais satisfeito que alguém se sinta, ainda procurará se equiparar a outro. É da natureza humana tal intenção, o que não é saudável. Não nos fará bem contrastar "diferenças e correspondências". Temos a própria existência e devemos nos cobrar de forma individual, não tendo outrem como ponte de apoio ou referência para identificarmos se estamos bem ou não.
Estava passeando numa praia quando, do "nada", comecei a me comparar com algumas pessoas que passavam por mim, ou seja, se elas estariam melhores ou piores do que eu. Uns eram conhecidos, outros não. Ao imaginar por poucos minutos aquele contexto e me incomodar desnecessariamente, comecei a sentir "intimamente" uma forte deliberação superior que bradava no meu coração:
  • Não se compare com ninguém e viva da melhor forma, sem se preocupar com bobagens ou com o futuro. Procure ser melhor do que ontem e, acima de tudo, agrade a DEUS, pois é o que efetivamente importa.

Não é edificante a comparação, pois, além de ser nociva, deixará alguém suscetível ao que se passa numa existência alheia.

Há um ditado popular que expressa: "A grama do vizinho é sempre mais verde", ilustrando uma tendência de pensar que a vida do outro é melhor. Entretanto, essa percepção é, por vezes, ilusória, pois não temos acesso completo às dificuldades e lutas enfrentadas por nossos semelhantes. Não é por aí, já que geralmente as pessoas mostram o espetáculo e não os bastidores. Desta forma, nada de imaginar se a vivência de outrem é melhor ou pior do que a sua.
Terás alegrias e dissabores que pertencerão mais a ti do que a outros. Tenha a sabedoria suficiente para viver da melhor maneira possível, sem o risco de uma conferência prejudicial.
Quando sentir uma vontade ardendo no coração de se comparar, MUDE rapidamente de sentimento e assuma que: "O Senhor tem a vosso respeito os melhores pensamentos, que são de PAZ e não de mal, para vos dar esperança e um futuro" (Jeremias 29.11).
E se o ato da comparação já está mais do que entranhado em tua mente, peça força a Deus para não se comparar mais e coloque no coração o desejo de: "Não se amoldar ao padrão deste mundo, mas transformar-se pela renovação da sua mente, para que seja capaz de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus" (Romanos 12.2). É nisso que devemos pensar e não idealizarmos "presunções tolas e destituídas da realidade".
Assim, não se compare e procure ser FELIZ como Deus quer que você SEJA.