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domingo, 5 de junho de 2016

VOCÊ PODE RECOMEÇAR!


“Nunca é tarde para você ser o que poderia ter sido”. (Winston Churchill).

Nunca é tarde para ser feliz! Essa é uma frase por demais usada, mas que nunca perdeu sua validade, pois sempre exprimiu uma grande verdade. Sempre é dia de recomeço, e não podemos esquecer desse fato. O político e estadista britânico Sir Winston Churchill expressou de forma análoga sobre o recomeço quando afirmou em seu mais célebre e curto discurso: “Nunca desista, nunca, nunca!”*

Enfatizamos quão importante é o recomeço, mesmo após alguns revezes sofridos. Não devemos desistir da realização de nossos maiores desejos. Interrupções podem ocorrer, mormente por força maior, mas nunca a desistência.
Existem momentos difíceis em nossa vida em que queremos desistir. Porém, devemos entender que a vitória está na perseverança. Coloque em seu coração que a realização de teus sonhos pode estar bem próxima de acontecer. Reinicie sempre, mesmo desanimado!Peça energia a Deus, que Ele te oferecerá um impulso extraordinário para que você não esmoreça e possa prosseguir, evitando os erros já praticados. Desta forma, terás a vitalidade necessária para que os acertos em tua vida sejam mais regulares.
Recomece na vida pessoal, mesmo que tenhas vivido problemas existenciais dolorosos, reconhecendo que o passado não te pertence mais e que tens um futuro promissor. Também saiba que os dias não são iguais, pois se ontem houve tristeza, o amanhã será melhor. Deixe o passado para trás e enfoque sua existência no presente, visando um futuro melhor.
Com a idade de oitenta e dois anos, perguntaram ao renomado arquiteto Frank Lloyd Wright qual de seus trabalhos era o mais importante. Ele respondeu: “O próximo”. Se estivermos seguindo em direção ao propósito que nos foi dado por Deus, devemos deixar o passado para trás e assim o recomeço será uma fonte propícia para uma grande consagração pessoal.

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* No dia 29 de outubro de 1941, Churchill estava diante dos alunos da Escola de Arrow, na Inglaterra. Todos permaneciam em silêncio. Todos os olhos estavam fixos no grande líder. Todos os ouvidos estavam atentos às palavras de seus lábios. Churchill chegou para o evento com seus habituais aparatos: charuto, bengala e cartola. Assim que se aproximou da tribuna, a plateia levantou-se e aplaudiu-o efusivamente. Ele tinha 15 minutos para dizer seu discurso e apenas disse: "Nunca desistam! Nunca, nunca, nunca, nunca, nunca... Nunca, jamais cedam. Nunca se apequenem. Nunca cedam à força." Suas palavras ecoaram com a força de um trovão.

domingo, 29 de maio de 2016

DEUS É PERDÃO

"A graça de Deus é a graça que perdoa pecados, isto é, ela liberta o ser humano de seu passado, que o mantém preso" (Rudolf Karl Bultmann).

Frederico o Grande, rei da Prússia, inspecionou um dia a prisão de Berlim. Os prisioneiros caíram de joelhos diante dele, cada um afirmando a sua inocência. Um só homem permaneceu afastado e silencioso.

Frederico chamou-o:  – “Você, por que está aqui?”
– “Por roubo à mão armada, Majestade.”
– “É inocente ou culpado?”
– “Culpado, Majestade. Mereço meu castigo.”
Frederico chamou o guarda e disse: – “Guarda, liberte este criminoso imediatamente. Não permitirei que ele permaneça aqui a corromper toda esta gente boa e inocente”.*
Esta história, interessantíssima e exemplar, identifica muito bem um homem consciente de sua culpa e, por esse fato, não ousou mostrar algo diferente para um rei. O certo é que não estamos isentos de praticar erros e, dessa forma, temos que reiteradamente procurar o perdão divino. Fazemos coisas que podem corar até os nossos maiores inimigos, caso os tenhamos. Ainda bem que nos é ofertada por Deus sempre uma nova oportunidade de mudança e um novo recomeço.
"Nada que possamos fazer neste mundo, a não ser a blasfêmia contra o Espírito Santo,** terá o poder de afastar o perdão divino." Desafia a lógica tal afirmação; entretanto, a Bíblia aponta sempre os braços abertos de um Deus bom e acolhedor.
É também imperativo reconhecer que todos somos imperfeitos e que só Jesus Cristo não pecou. Dessa forma, carecemos diariamente do perdão de Deus.
Ah, se não fosse o poder perdoador de Deus em nossas vidas, estaríamos realmente perdidos e sem rumo.
E Deus, no seu maior ato de amor ao ser humano, nos ofereceu a maior prova de perdão ao mundo quando enviou o seu filho, Jesus Cristo, a este mundo para morrer por nós. Isto aconteceu para que pudéssemos ser remidos do pecado e, assim, termos o plano da eterna salvação.
Amor é perdão, e perdão é amor; foi o nosso Criador o maior demonstrador dessas qualidades. E, no perdão divino, com o arrependimento verdadeiro, consequentemente a libertação do pecado se evidenciará. Na posse dessa certeza, poderemos ter a plena convicção da absolvição, pois: "Onde estiver o Espírito Santo, logicamente a liberdade estará".*** 
 

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 * Páginas 91/92 do Livro GRANDES LÍDERES, de Edino Melo.

** A blasfêmia contra o Espírito Santo é uma rejeição total e contínua de Deus. E é o único pecado que não tem perdão. Quem blasfema contra o Espírito Santo o rejeita completamente, não chegando nunca ao arrependimento. Jesus disse que todos os pecados serão perdoados, exceto a blasfêmia contra o Espírito Santo (Marcos 3.38-29).
*** 2 Coríntios 3.17: Ora, o Senhor é Espírito e, onde está o Espírito do Senhor, ali há liberdade

domingo, 22 de maio de 2016

A CIÊNCIA E A FÉ

"Um pouco de ciência nos afasta de Deus. Muito nos aproxima" (Louis Pasteur).

O francês Louis Pasteur, autor da frase introdutória do texto, possuía conhecimento de cátedra para mencionar essa máxima. Na condição de cientista notável e cristão devotado, ele referendou uma interação entre a ciência e a fé. Ele chegou à conclusão de que aquilo que não era explicado pelo senso comum só poderia ser identificado ou visualizado como um ser maior: DEUS. Copérnico, Kepler, Galileu, Ampère e tantos outros cientistas que estiveram em contato direto com as leis sábias do universo também se curvaram diante da sabedoria divina.

A ciência é, em síntese, um sistema de conhecimentos que abarca verdades gerais ou a operação de leis identificadas e devidamente testadas através do método próprio. Logo, para se chegar a uma conclusão científica sobre algo, obviamente, deve-se que a tese em questão passe por pesquisas, chegando a um desfecho. Daí, surgirá uma noção precisa sobre o ensaio específico, reiterando ou não a sua qualificação para tal. Neste modelo, deduz-se que, na ciência, a razão impera.
No que tange à fé, a sistemática é mais enraizada em uma emoção mais volitiva, embora equilibrada. Baseia-se na confiança em um Deus que tem a devida explicação para tudo.
A ciência habituou-se a permanecer distante da fé, e isso pode ser identificado em uma abordagem mais apurada da história. Entretanto, a cada dia que passa, mediante a falta de uma explicação plausível para os grandes mistérios deste mundo, mais e mais a fé aparece como o suporte maior de entendimento para a humanidade. Cremos inequivocamente que muitos enigmas, científicos ou não, nunca serão explicados pela razão humana. Verificamos que tal constatação está adstrita à categoria da impenetrabilidade divina, pois só Deus conhece totalmente o começo, o meio e o fim de todas as coisas. Evidentemente, a ciência não caminha muito próxima da fé neste mundo, pelo menos por enquanto, já que ambas possuem visões diferentes. Porém, chegará um dia em que tudo e todos se dobrarão perante o Autor e Aperfeiçoador do Universo (Romanos 14.11).*
Torna-se compreensível e visível que, cada vez mais, a explicação para tudo que nos rodeia advirá da verdadeira espiritualidade, no âmbito da fé irrestrita e ponderada. Devemos visualizar sempre o Deus de nossa salvação, pois, com certeza, aquilo que for do interesse Dele nos revelar neste mundo, assim será feito. E o que não for para o nosso bem tomar conhecimento, nunca saberemos, já que estas coisas estão na categoria dos mistérios divinos. Contudo, uma constatação importante nunca nos será tirada: "A ciência nunca esclarecerá todos os fatores inerentes à espiritualidade, mas, em contrapartida, a fé tornará compreensível tudo aquilo que, para o meio científico, é inexplicável" (Medeiros Jr).


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* “Diante de mim todo joelho se dobrará e toda língua confessará que sou Deus”.

domingo, 15 de maio de 2016

ORAÇÃO ALIMENTA A ALMA

“Quem não conhece o poder da oração, é porque não viveu as amarguras da vida!” (Eça de Queiroz).

Assim como nosso corpo precisa de alimento, no sentido da nutrição adequada, o nosso espírito necessitará de oração diariamente, para que nossa alma possa ser corretamente alimentada. Orai diligentemente sem cessar (1 Tessalonicenses 5:17), pois não sabemos o que estará diante de nós, no propósito de nos atingir.

Fique sempre vigilante na oração, pronto para interceder por ti mesmo e por outras pessoas que, obviamente, Deus colocará no teu coração. A oração faz com que nos aproximemos muito mais do nosso Senhor. Ele espera pacientemente este diálogo conosco. Prostre-se de joelhos a Deus ou da forma que melhor te convier. Entretanto, jamais esqueça do temor reverencial, da real necessidade e do valor da oração efetuada ao Senhor. Ele tem o poder de suprir toda e qualquer carência que, porventura, tenhamos. Prepare-se da melhor maneira para as batalhas desta vida, agindo como um bom combatente da fé, tendo a certeza de que a oração vai alimentar fortemente o teu espírito.
É importantíssimo um “devocional diário” através da oração e da leitura da Bíblia. Nesta interação santa, estaremos prontos para ouvir com extrema exatidão a voz divina. Muitos pensam que Deus não fala ao coração humano. Vem-me à lembrança uma antiga história, onde certa vez, alguém perguntou a Joana D’Arc por que Deus falava apenas a ela. O que ela prontamente respondeu: "O Senhor está enganado. Deus fala a todo mundo. Eu apenas escuto."
Assim, ore sempre, tendo Jesus Cristo como intermediário junto a Deus. Aí estarás pronto para receber aquilo que for da vontade divina. Nunca retroceda e confie constantemente no Senhor, pois: “Existem três fases na obra de Deus: Impossível, difícil e resolvido” (Hudson Taylor).
 

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* Joana D’arc nasceu na França no ano de 1412 e morreu em 1431 (época medieval). Foi uma importante personagem da história francesa, durante a Guerra dos Cem Anos (1337-1453), quando seu país enfrentou a rival Inglaterra.